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"CONTINUE SE REINVENTANDO!" Entrevista com a Social Home Débora Martins.

Uma mulher família, apaixonada pela comunicação e curiosa pelo mundo. Conta suas experiências mais marcantes na vida e sua nova fase como Social Home Office.


Débora da Silva Martins, Agente Social Home.

Débora da Silva Martins ou “Dé” como gosta de ser chamada pela equipe, conta como está sendo sua experiência como Social Home Office. Está no seu terceiro mês de atuação e impressionou a todos ao redor com sua dedicação sem medidas.

Mãe aos quarenta, Dé redescobriu o sentido da vida ao nascer Ramon seu único filho que agora tem 10 anos. Ela conta que seu maior triunfo foi a maternidade, embora arriscada tendo em vista sua idade, ela se reinventou, juntou forças e esta é sua maior motivação até hoje. Juntamente com seu marido vivem tranquilamente no interior de São Paulo. Mas, espera...tranquilamente entre aspas pois Débora começa sua rotina às 6 da manhã preparando o café e cuidando das duas fofuras da família, os cachorros Fred e Dino.

Após a correria da manhã, Dé se acomoda no seu cantinho especial de trabalho, põe seu fone e começa a motivar pessoas por todo Brasil a fazerem um ato de doação. Vamos descobrir os segredos do sucesso desta mulher de fibra:


O que te atraiu a vaga de Social Home?

-Sempre trabalhei, e agora não é diferente. Tinha experiência em telemarketing, trabalhei 4 anos e meio em um call center de cobrança em Jundiaí onde morava, percebi que como Social Home poderia continuar a fazer o que gosto porém com mais autonomia no conforto da minha casa, pertinho da minha família...pensei....isso é o paraíso! (risos).

Qual a diferença em ser Social Home em relação as suas experiências anteriores?

-Sinto muito mais prazer em ser Social Home. Primeiro, diria que a leveza neste trabalho é um grande diferencial. Quando faço uma ligação sinto que estou enaltecendo o ouvinte, pois a doação é um ato de amor. Segundo, tenho todo suporte que preciso vindo da equipe do escritório central, mesmo estando a distância. Isso é interessante porque nunca tive tanta proximidade nos trabalhos anteriores.

É a primeira vez que atua como prestador de serviço, invés de funcionária. Como está sendo essa experiência?

-É muito engraçado, ainda tenho o costume de avisar quando faço uma pausa. Mas aos poucos, eu entendo meu papel como autônoma e agora até já defini minha própria estratégia de trabalho sabe, identifiquei os horários que tenho melhores resultados.

Você tem mostrado resultados notáveis. Todos que acompanham seu desempenho elogiam. Qual o segredo para este sucesso?

-Eu acredito que é a sensibilidade ao falar com o doador e o foco em realmente querer ajudar nossos parceiros. Este trabalho é muito humano, então procuro ser sempre positiva e compreensiva.


Como ser Social Home influenciou sua relação com a família?


-Nunca vou me esquecer quando tinha que deixar meu filho em casa para ir trabalhar. Era angustiante. Para mim e para ele. Hoje consigo acompanhar o desempenho dele de perto, consigo almoçar todos os dias à mesa com a minha família. Para mim não tem preço que pague por esses momentos.


Você se sente realizada?

-Sim, me sinto valorizada. Por que gosto de me doar neste trabalho e sinto que sou ouvida e respeitada. Não preciso mudar quem eu sou.

Quais seus planos para o futuro?

-Quero fazer faculdade à distância de Nutrição. É um sonho de longa data e acho que finalmente vou realizar. Adoro cozinhar. Na verdade, acredito que a gente deve continuar a aprender coisas novas sempre!


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